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Língua Afiada

Aqui falamos sobre Jornais e Jornalismo, Cinematografia, Gravação e Edição de Imagem, Video e Som, Animações Computurizadas, Actividades de Rádio e de Televisão

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Não às Palavras Obscenas na Rússia: Filho de Putin!

12 de Março de 2020 by olinda de freitas Leave a Comment

As palavras obscenas são notícia, pelo apelo à não utilização, na Rússia. Em qualquer lugar onde a arte, e a expressão particular de vida, se faça expressar está decretada guerra aberta, por força legal, às palavras obscenas. Mas que pénis são palavras obscenas?

Vamos dissecar o significado de obsceno mas antes dá mesmo vontade dizer: filho de Putin!

Quais os significados do que é ser obsceno?

palavras obscenasContrário à decência ou ao pudor é a primeira definição onde cabem as palavras obscenas. Ora bem, a decência tem que ver com as maneiras, com o porte e com a linguagem que se possa utilizar – dizem. A decência anda, portanto, de trela. Não importa, tudo de fora do âmbito das artes obviamente, se há encenação ou corrupção de movimentos ou pensamentos cortantes. Mais: pouco importa se há acções diplomáticas dilacerantes – o que interessa mesmo é o maneirismo certo que as palavras obscenas não têm.

Multas. Ora quem em uma passagem de um livro estiver a descrever a expressão de desagrado mais genuína que a oralidade tem que é um, em linguagem decente, vai-te masturbar pode ter de dar ao estado mil euros.

Já um cidadão que vá na rua e responda com vontade a uma injúria qualquer, terá de pensar – sim porque a oralidade é tantas vezes espontânea e tradutora  de emoções – e converter: vai para o pénis que dá prazer! Filho de uma senhora que cobra para ter sexo! Vai aos requícios dos intestinos!É que a multa é de cinquenta euros por boca.

Bom, palavras obscenas também querem dizer que são contrárias ao pudor causadoras, portanto, de embaraço. Sendo a arte a representação do real através de diferentes narrativas carregadas de riso ou de choro ou de vergonha ou de medo ou ou – porque a arte está carregada de vida – restringir a forma de expressão constitui, de facto, um dos maiores atentados ao pudor que conheço.

A mesma coisa será estar a dizer que, a partir de agora, a vida, porque a arte é a vida colorida, vai passar a apresentar ao estado uma declaração periódica – não mensal nem trimestral – ao minuto. 

Esta é uma lei já aprovada pelo parlamento russo e assinada pelo presidente. Senhora que cobra para ter sexo e deu à luz! masturbe-se!; pró pénis com Putin!

As palavras obscenas são ofensa?

Na verdade, comparar palavras obscenas com palavras ofensivas é uma obscenidade do pénis. Palavras ofensivas cabem naquilo que é alguém dizer-me que se nota bem que sou uma mulher contida – e não um qualquer piropo que não é sentido mas apenas expelido. É que se pensarmos todos bem nisto estamos a ter relações sexuais e mal pagos!

Ainda não há, mas vai haver, uma listinha com a relação de palavras obscenas proibidas na boca dos russos, incluindo dos organizadores de eventos artísticos de teatro, culturais, educacionais ou de entretenimento – e pessoas singulares.

Não sei se está a perceber que estão a tapar literalmente a boiKa, e também os olhKos, aos russos… se o Passos Coelho fizesse isso por cá, fartava-se de arrecadar dinheiro para os cofres do estado à custa das palavras obscenas que, a cada segundo, lhe são dirigidas.

Mas para quem aprecia, como eu, no momento certo, palavras obscenas aqui fica uma breve legenda à maneira:

caralho;

vai-te foder;

vai para o caralho que te foda;

filho da puta;

vá à merda;

puta que pariu;

foda-se;

pró caralho

estamos fodidos e mal pagos

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Filed Under: OUTROS Tagged With: comunicação social, decência, jornal online, palavras obscenas, palavras ofensivas, pudor, Russia

Política e Jornalismo: Siameses Presentes e Futuros

5 de Fevereiro de 2020 by olinda de freitas Leave a Comment

Política e jornalismo: que abordagens alternativas existem? Como fazer jornalismo político? Alguns autores abraçam a ideia de que apenas as chamadas hard news podem ser consideradas como política já que a ciência política põe de lado outras formas de jornalismo – de noticiar o interesse humano – como os programas de entretenimento, ou o que se vai passando na internet, como contributos nas escolhas políticas dos cidadãos.

A verdade é que a ciência política limita bastante as definições sobre o que é jornalismo: política e jornalismo, ou a dimensão política do jornalismo, por desenvolver.

Partidos políticos e jornalismo

Política e jornalismoOutros autores conseguem relacionar as mudanças sociais, inclusive nos media e no jornalismo, com o enfraquecimento dos partidos políticos enquanto forças que mobilizam os cidadãos para a defesa dos seus interesses.

Mas também não explicam grande coisa, a não ser darem o exemplo das campanhas eleitorais na crescente dependência dos políticos relativamente aos media: política e jornalismo próximos mas não de mãos dadas.

Democracia, política, nas bocas do jornalismo

Diversos investigadores do século passado começaram a colocar os media no centro do novo sistema político. Questões como a liberdade de expressão ou o impacte das práticas jornalísticas no processo político são preocupações desta abordagem.

De que maneira o jornalismo afecta a democracia? A noção de que a imprensa pode existir como veículo não intencional de propaganda política e partidária e de que a agenda pública é influenciada pela agenda dos media assumem uma importância preponderante – e crescente quando o assunto é política e jornalismo.

Este argumento terá sido enriquecido por várias expressões que foram, e vão, sendo usadas:

  • idade da imprensa-política (Kalb, 1992);
  • media politics (Arterton, 1985);
  • política mediática (Bennett et al., 1994);
  • sociedade dominada pelo complexo media-política (Swanson, 1990). 

Política e jornalismo

Temos, então, como pressupostos, que são também consequências, do conjunto política e jornalismo, deste novo centro no sistema político:

  • em primeiro lugar os media passaram a deter posições importantes e fulcrais no campo político – especialmente a televisão e os jornais. E o que é certo é que as políticas editoriais não se regem, necessariamente, pelo interesse público;
  • em segundo lugar, esta situação de destaque dos media obriga os políticos que, naturalmente, desejam atrair a atenção e o apoio dos eleitores a fazer tudo para interessar os jornalistas que, por sua vez, não estão necessariamente vocacionados para a política. Há aqui um jogo forte de interesses que é também fonte de desinteresse; 
  • em terceiro lugar, as estratégias políticas conduzem à profissionalização da produção e disseminação das mensagens – o que dá origem a uma complexa rede de relações entre, por um lado, políticos e conselheiros de comunicação e, por outro, os jornalistas.

Política, jornalismo, jornalismo político, política jornalística: política e jornalismo andam ligados, isso é certo, não obstante as abordagens e as interpretações que lhes possam dar.

Seria a mesma coisa aquilo de fazer pelo bem comum sem os media? Ou, em outra perspectiva, faria sentido fazer jornalismo sem levar em conta o que é trabalhar o bem comum da Cidade?

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Filed Under: IMPRENSA ESCRITA Tagged With: ciência política, comunicação social, edição, jornal online, jornalismo, meio de comunicação, Política e jornalismo

Jornalismo na Era Digital: Mais Olhos e Mais Ouvidos!

24 de Janeiro de 2020 by olinda de freitas Leave a Comment

O jornalismo na era digital é, de facto, muito diferente. A sociedade de informação digital, nomeadamente pelo avanço das novas tecnologias, acarretou mudanças no paradigma comunicacional e, por conseguinte, no jornalismo. O pensamento linear de outrora começava a dar lugar ao hipertextual do ciberespaço – um mundo globalizado com novos espaços, novas relações e nova estrutura de poder: nascia o jornalismo na era digital.

As transformações ideológicas do Jornalismo

Ao longo dos tempos, o jornalismo foi adquirindo diferentes nuances ideológicas:

  • jornalismo na era digitalImprensa opinativa, ideológica ou de partido caracterizava o século dezanove;
  • Notícias factuais, destacando artigos com histórias de vida, terá sido a novidade dos anos trinta nos EUA: surgia o The World, com uma linguagem acessível, clara, simples, precisa e com ênfase no conteúdo;
  • As guerras do século vinte vincaram a descrição e a interpretação das notícias no jornalismo;
  • A partir dos anos sessenta, o jornalismo evoluía para um modelo mais analítico devido, em parte, à especialização dos jornalistas que rapidamente começaram a ser os intérpretes da realidade com a força do jornalismo de investigação;
  • Estávamos nos anos oitenta e surgiam as novas tecnologias da informação na comunicação, dando espaço a um outro veículo informativo: os meios online.

Surgia o jornalismo na era digital e, na imprensa, os grandes grupos multimediáticos começavam a substituir as empresas monomédia.

Quais são, então, as características do jornalismo na era digital?

O jornalismo na era digital assume uma grande potencialidade: a de poder ser instantâneo. O jornalismo online possui, de acordo com alguns autores, seis elementos característicos:

  • a multimídialidade/convergência;
  • interactividade;
  • hipertextualidade;
  • personalização;
  • memória;
  • actualização.

A volatilidade da Imprensa

Não há dúvidas acerca do carácter volátil da imprensa perante a inovação tecnológica, até porque se assume que perante esta última há sempre uma alteração na produção de conteúdo e igualmente na sua recepção.

O jornalismo na era digital consegue reunir todas as características de todos os meios de informação: a escrita com a possibilidade de audição e com apelo visual. Fantástico, não?

Existem, no entanto, correntes que atestam que o grande jornalismo, o anterior ao jornalismo na era digital, foi ficando para trás pela superficialidade que o actual, e mais recente, apresenta. Tudo é, obviamente, passível de ser discutido e em todas a áreas e em todos os tempos há correntes que contradizem o óbvio – assim como grupos de interesse que camuflam, pelo geral, as suas posições bem particulares.

Adiante: é inegável a grande vantagem, que é o acesso à informação, na era digital!

Foram muitos os estilos e as ideologias que a imprensa escrita foi assumindo no tempo até aos dias de jornalismo na era digital.

O jornalismo, de hoje, à riqueza das palavras acrescenta-lhes som e imagem – e a instantaneidade que lhe confere permite-nos uma fruição plena. Já tinha pensado nisto?

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Jornais Online: A Convivência Feliz com o Jornal Papel

18 de Janeiro de 2020 by olinda de freitas Leave a Comment

A actualidade é dos jornais online que, apesar das inúmeras vantagens, têm sido alvo de críticas baseadas em algumas das suas características.

Que características são alvo de críticas nos jornais online?

Algumas questões se levantam perante a especificidade das características dos jornais online:

  • jornais onlineo hipertexto

Apesar de permitir ao leitor decidir como faz o percurso da informação a que está a ter acesso, o hipertexto coloca o jornalista na ausência de controlo da situação comunicacional. Esta ocorrência pode, de facto, gerar significados não pretendidos ou enviesados para as mensagens jornalísticas que nem sempre são consumidas integralmente pelo leitor.

  • a instantaneidade

Esta característica faz destacar o estreitar das deadlines e, consequentemente, dificuldades acrescidas para o jornalista em termos de verificação da informação, de contrastação de fontes, de recuo, de contexto.

  • a interactividade

Apesar das vantagens indiscutíveis, pode ter dois efeitos menos bons:  gerar pressões sobre o jornalista e frustração no leitor, que não vê satisfeitas as suas eventuais necessidades de comunicação.

A concorrência dos jornais online com os sites

Os jornais online no espaço da internet não concorrem apenas entre si nem com outros meios de comunicação: concorrem com os sites em uma lógica de complementaridade – no sentido em que  o acesso à informação também se dá por hiperligações.

São grandes, neste contexto, os desafios que se colocam não só aos jornais online como ao jornalismo em geral no espaço da internet.

Deixarão de existir jornais em versão papel?

Não, pelo menos a médio prazo! Há estudos que comprovam que a leitura no ecrã exige cerca de trinta por cento mais de esforço dos olhos do que a leitura em papel. Esta será uma razão mais do que pertinente para este receio. Ademais, a portabilidade e a facilidade de maneio do papel são indiscutíveis e, portanto, insubstituíveis.

Convém igualmente não esquecer de que os jornais online trabalham muito para o estímulo da compra dos jornais em versão papel. O mesmo ocorre, digo este sentido de se complementarem, quando os jornais em papel recorrem à internet, por exemplo, através de concursos ou de anúncios.

Investimento e retorno positivos

O sucesso do investimento dos jornais tradicionais nos meios online tem sido uma constante. A comprovar está o facto de que as versões online dos jornais de qualidade em papel continuam a ser os mais acedidos. E sabe o que isso representa, não sabe? Contrapartidas publicitárias, pois claro!

O sucesso dos jornais online é de tal forma evidente que alguns desses jornais possuem conteúdos pagos e conteúdos especiais para assinantes.

Sim, eu sei que o preço do papel está a aumentar mais e mais. E que as novas tecnologias têm tendência a galopar. E que talvez um dia o jornal tradicional só caiba nos museus. Mas isso está longe, muito longe!

Sabe porquê? Porque a realidade está, sempre esteve, mesmo servindo de inspiração para o digital, no analógico.

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Jornalista Enquanto Gatekeeper? Gatekeeper Cidadão!

12 de Janeiro de 2020 by olinda de freitas Leave a Comment

É questionável se o jornalista enquanto gatekeeper está em declíneo com o desenvolvimento da Web.

O jornalismo tradicional exigia que o jornalista enquando gatekeeper filtrasse os dados, que chegavam às redacções através de diversos canais e diferentes fontes, em bruto – para depois apresentar ao público apenas os que considerasse mais importantes ou pertinentes. A informação ou passava ou era rejeitada.

Ao longo da história, terão sido – e são – as elites a servirem de gatekeepers  – guiando-se pelos seus próprios princípios de relevância das notícias, gosto e interesse publico, limitações de tempo e espaço: audiências.

E com o desenvolvimento da Web?

jornalista enquanto gatekeeperCom o desenvolvimento da web, o jornalista enquanto gatekeeper na internet não existe. O ciberespaço é, de facto, infinito e qualquer um pode disseminar informação, de forma instantânea pelo mundo!

O perfil actual dos leitores, utilizadores da internet, está no recurso a motores de pesquisa para encontrarem a informação que procuram e precisam.

O tempo das notícias em primeira mão, com o jornalista enquanto gatekeeper, acabou com o universo online. Temos pena? Como designar agora o jornalista perante o seu novo papel em uma nova forma de comunicar?

Hoje é acessível a todos a publicação de informação sem ser, sequer, necessária a carteira profissional nem a passagem por uma hierarquia de redacção. E é por isso que escrever requer, mais do que nunca, uma responsabilidade acrescida!

Gatekeeper também atrapalhava

Por outro lado, sempre houve casos em que a explosividade da informação, relacionada com a natureza da notícia, não poderia esperar e que o jornalista enquanto gatekeeper tornava-se redundante. Um pau de dois bicos.

Mas o que interessa mesmo perceber é que o universo online está a redefinir a própria noção de fontes de produção de conteúdo. Todo o consumidor da internet é um potencial produtor de conteúdo, está a ver?

Em vez de se limitar a ser mero espectador passivo, o utilizador da internet pode, simplesmente, montar o seu jornal online e ser o seu próprio jornalista enquanto gatekeeper em moldes completamente desfasados do jornalismo tradicional.

A mistura do ser-se, ao mesmo tempo, fornecedor de conteúdo e membro da audiência é agora uma realidade.

A democracia do teclado

Vivemos na democracia do teclado em que cada um de nós é jornalista enquanto gatekeeper de si mesmo. No universo online, todos os cidadãos possuem a oportunidade, e a liberdade,  de se exprimirem, individualmente ou em grupo – com informação de qualquer espécie: fluxo de áudio, vídeo, comunicações escritas, trocas de dialogo, sondagens e votações, folhetos e programas, entrevistas, discursos, apresentações e publicitações.

No universo online, tudo circula!

Pensar no eventual declínio do jornalismo tradicional, e do jornalista enquanto gatekeeper, é interessante – principalmente se o compararmos ao actual universo online onde existe absoluta democratização na produção e divulgação de conteúdos de toda a espécie.

Cada cidadão é, ou deveria mesmo ser altamente responsável – e responsabilizado – por isso.

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Moda mais Recente na China: Tolerância da Estupidez!

25 de Dezembro de 2019 by olinda de freitas Leave a Comment

Sabia que a moda mais recente na China é colocar repolhos com uma trela e passeá-los como se faz com os cães? A inspiração terá vindo de um suposto trabalho artístico do fotógrafo Han Bing na série “Walking the Cabbage in Tiananmen”. Na época, o artista afirmou que sua intenção era que as pessoas vissem como as suas vidas diárias são rotinas que cegam. Andando com os repolhos faz parte de uma série de fotografias performativas que Bing produziu durante período de oito anos, entre 2000 e 2008.

Na sua forma de trabalhar, através da manipulação subtil de imagens banais, ele levanta questões importantes sobre as normas sociais contemporâneas chinesas. Tudo bem. E daqui fez-se a moda mais recente na China!

Arte é arte e estupidez é estupidez!

moda mais recente na ChinaTeorias sobre este pastiche ou inspiração apontam para o estado psicológico de quem adere a esta moda mais recente na China: depressão.

Ora, ora, manter um vegetal em passeio como se faz com um animal de estimação não será coisa de depressão mas de esquizofrenia invertida e também falta de consciência.

Se por um lado colocar uma trela em repolhos demonstra claramente sinais de ruptura com o mundo interior e aquilo que será um equilíbrio saudável, esquizofrenia invertida, não ter a noção de que os repolhos são alimentos e que arrastá-los pelo chão está a estragá-los e o seu fim último é ir para o lixo será o outro lado da estúpida falta de consciência desta moda mais recente na China.

Alegam solidão

Em entrevista ao Austrian Times, Lui Ja Chen, de 17 anos, disse assim: “Sinto que posso transferir os meus pensamentos negativos sobre mim mesmo para o repolho, ir a um passeio com ele e voltar para casa sentindo-me melhor.”

Mas o que é isto, afinal?, estes fedelhos andam a estragar alimentos e alegam solidão porque simplesmente os repolhos possuem as seguintes vantagens:

  • quando vêem alguém com o repolho é mais fácil iniciar uma conversa;
  • os repolhos são melhores do que cães porque não perdem pêlo;
  • não precisam de comer;
  • não sujam as ruas.

Há aqui uma variante egoísta enorme – e isto é que os psicólogos haviam de explorar nestes monstrinhos! Depois, estes adolescentes mentecaptos que aderem à moda mais recente na China justificam que podem deitar os repolhos fora e sentir que deitaram fora igualmente os maus sentimentos. Socorro, o mundo está a ficar um péssimo sítio para viver!

Aberração contagiante

A reacção de alguns estrangeiros perante esta aberração de moda mais recente na China é também motivo, não de riso, de admiração: houve tentativa de compreender o novo padrão dos adolescentes chineses.

Mas haverá alguém à face deste planeta que não sinta outra vontade senão a de colocar estes adolescentes mentalmente doentes em bico de castigo durante toda a puberdade?

Adolescentes, pais de adolescentes, psicólogos, psiquiatras chineses e também transeuntes estrangeiros façam-me um grande favor: arranjem o que fazer, desenvolvam a massa cinzenta porque tolerar adolescentes mentecaptos que estragam comida em praça pública é simplesmente uma aberração de fazer corar qualquer amarelo que se preze!

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Filed Under: OUTROS Tagged With: adolescentes chineses, cambada de esquizofrenicos invertidos, China, comunicação social, Depressão, estupidez, jornal online, moda mais recente na China, repolhos

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