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Língua Afiada

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Audimetria no Consumo Televisivo, O Termómetro Viável

23 de Fevereiro de 2019 by olinda de freitas Leave a Comment

A audimetria no consumo televisivo é uma espécie de termómetro utilizado para aferir as audiências. Conhecer o público, com o objectivo de fidelizá-lo é, portanto, o objectivo das estratégias de programação das estações de televisão através de estudos das audiências.

É possível distinguir duas vertentes no âmbito da dimensão ideológica da programação e do conceito de neotelevisão:

  • o resultado da programação da televisão, em termos de oferta, assim como a pesquisa de como os programadores tentam assegurar o seu público;
  • partindo do público, efectuar a procura daquilo que deve ser a folha de programação e quais as emissões a produzir.

Mas o que é, então, a programação?

A programação como uma arte de encontro entre o público e as emissões, no contexto da audimetria no consumo televisivo, parece ser uma definição excelente.

Conhecer o público, e as suas reacções, para uma televisão centrada na oferta ou na procura, tornou-se absolutamente essencial. E é nesta perspectiva que a audimetria no consumo televisivo constitui um elemento imprescindível para as televisões comerciais em geral e para as portuguesas em particular.

Bem visto, aferir as audiências é responder à questão: quantas pessoas viram ou tiveram contacto com determinado canal e ou programa?

Saiba que o share é uma das técnicas da audimetria no consumo televisivo que mede a dimensão das audiências, em um determinado período, em termos percentuais.

As audiências e a Publicidade

No espaço publicitário o perfil das audiências é bastante importante, uma vez que os anunciantes têm públicos-alvo para os seus produtos. O que acontece é que levando em consideração o perfil das audiências de cada canal – e o respectivo cruzamento de indicadores como sexo, idade e classe social, com os diferentes períodos horários, consegue-se chegar aos diferentes públicos.

Na audimetria no consumo televisivo o indicador disponibilidade para ver televisão explica-se pelo facto de as audiências disponíveis nem sempre conseguirem, de facto, ver televisão. Explico: se estiverem, por exemplo, em lides domésticas como aspirar ou em conversas com os amigos ou a estudar estas audiências não conseguem ver televisão – há uma incompatibilidade.

Mas também é uma realidade que as audiências da televisão variam durante o dia e em diferentes períodos!

Na verdade, a economia do audiovisual está alicerçada maioritariamente nas receitas publicitárias – logo o funcionamento estrutural da televisão comercial está organizada de acordo com o que assegura a sua viabilidade económica enquanto empresa de comunicação social: a publicidade.

O público é sempre uma mercadoria nas mãos da programação. Esta última quer fidelizá-lo enquanto consumidor de programas e de publicidade. E quanto mais audiências tem um canal de televisão, daí também a importância da audimetria no consumo televisivo, mais a publicidade investe.

Saiba mais sobre este assunto aqui.

Filed Under: TELEVISÃO Tagged With: audiências, audimetria no consumo televisivo, estações de televisão, programação, publicidade, publicidade na tv., público, televisão

O Público da Televisão: Conheça Aqui os Sete Modelos

13 de Janeiro de 2019 by olinda de freitas Leave a Comment

Perceber o público da televisão enquanto audiência – e enquanto audiência como mercadoria – é importante na constatação de que, afinal, não existe apenas um público da televisão mas, antes, vários.

Michel Souchon, um especialista em sociologia, defende a tese de que há um público da televisão de longa duração e um outro que vê pouca televisão. Enquanto o primeiro vê televisão com o objectivo da informação e da distracção, ou seja, tem a televisão como o único meio de acesso ao mundo – o  público que vê pouca televisão atribui-lhe uma função meramente acessória.

O público da televisão em Portugal

Este conceito de público da televisão aplica-se, de facto, ao nosso país: existem vários públicos que se relacionam com a faixa etária e com a classe social.

No entanto, as correntes maioritárias também existem: pense no caso do público da televisão quando joga a selecção em particular e no mundial em geral.

Importa perceber que, cada vez mais, os telespectadores têm muitas e diferentes tipos de oferta na televisão. Não faltam canais a quererem cativar as camadas mais jovens, por um lado, e a reconquistarem o público urbano por outro – e em diferentes períodos do dia. Outros apostam no entretenimento e na língua nacional: há para todos os gostos.

Tem havido uma construção do conceito de audiência de acordo com a idade e a predisposição dos públicos ao longo do dia, isto é, uma fragmentação do público de massas.

Funciona assim: é consoante a audiência disponível em determinado período do dia que a programação em uma determinada área irá incidir!

Que modelos estão subjacentes à criação do público da televisão?

Operacionalizar o conceito de audiência televisiva significa pensar em sete modelos subjacentes à criação do público da televisão:

  • modelo audimétrico: os programas visam maximizar a audiência. Os programadores concebem, de forma intuitiva, uma imagem do grande público tendo por base a interpretação dos dados da audiência obtidos no dia anterior;
  • modelo popular: os programadores concebem o grande público como uma personagem simbólica. há, então, programas acessíveis em termos de nível de estudos e cultural para uma enorme quantidade de pessoas;
  • modelo pela proximidade: o profissional da programação vai ver os seus programas, assim como os dos outros canais, na companhia de uma parte do seu público;
  • modelo imaginário: os programadores reconhecem que não têm, de facto, uma imagem do seu público – apenas uma representação;
  • modelo profissional: neste modelo a concepção da programação tem por base o que os outros canais emitem;
  • modelo pelos críticos: a grelha de programação baseia-se no universo de outros média;
  • modelo indiferença: a satisfação do programador é a prioridade e pouco importa se coincide com a do público – mas se coincidir, melhor.

Pensar nos vários públicos que assistem televisão tendo por base a intenção dos programadores não é fácil. Mas existem alguns modelos conceptuais estudados. Leia mais sobre este assunto aqui.

Filed Under: TELEVISÃO Tagged With: audiência, Dominique Mehl, Michel Souchon, modelos para programação, público da televisão, televisão

Câmaras de Vídeo com Ligação Wi-Fi: Um Mundo sem Fios

8 de Janeiro de 2019 by olinda de freitas Leave a Comment

câmaras de vídeo com ligação Wi-FiAs câmaras de vídeo com ligação Wi-Fi andam na berra e têm sido uma aposta forte das marcas pela sua enorme versatilidade:

  • dão para usar o telemóvel como comando da câmara;
  • dão para partilhar vídeos de forma mais rápida na Net;
  • dão para fazer a viilância do bebé e da casa.

Noutros tempos, os equipamentos que usavam ligações sem fios eram muito poucos. Hoje já não! Grande parte das câmaras de vídeo com ligação Wi-Fi invadiram o mercado. Mas a novidade maior reside na integração do NFC (“Near Field Communication”), que permite simplificar as ligações sem fios entre aparelhos.

A NFC o que faz é activar a comunicação entre dispositivos estando, no entanto, dependente de uma forma de transmissão de dados (como Wi-Fi Direct ou Bluetooth).

Saiba que para usar essa função, é necessário que o equipamento ao qual vai ligar a câmara, por exemplo a televisão, tenha também NFC. E para isso tem de ser absolutamente recente.

O mundo das ligações sem fios

As câmaras de vídeo com ligação Wi-Fi permitem transferir vídeos de forma bem mais fácil, isto é, a partilha de conteúdos sem o recurso aos cabos. No entanto, cada marca fabricante oferece possibilidades diferentes.

Sabe como fazer as ligações sem fios do telemóvel à câmara? Por exemplo, após instalar uma aplicação gratuita, é possível controlar a câmara através do smartphone. Depois, com os vídeos e imagens transferidos para o telemóvel, é muito mais fácil partilhá-los na internet, ou por email, e adicionar informação de GPS aos ficheiros para georreferenciação!

Também pode fazer uso das ligações sem fios a um PC ligado na mesma rede para transferir os vídeos da câmara para o disco rígido do PC, mas tenha em atenção ao tempo de transferência bastante mais lento e ao consumo de bateria da câmara…

Bastantes câmaras de vídeo com ligação Wi-Fi no mercado já integram DLNA, o que significa que os seus vídeos ou fotos podem ser acedidos por streaming, sem cabos, em uma televisão compatível!

Já imaginou conseguir ver o seu bebé, em vigilância, através do telemóvel? Pois, já é possível!

Câmaras de vídeo com ligação Wi-Fi: O caso da Cannon e da Samsung

A Samsung e a Canon dispõem de câmaras de vídeo com ligação Wi-Fi que podem ser ligadas à televisão, ao computador e ao telemóvel, precisando de instalar uma aplicação. Esta funcionalidade tem vantagens como facilitar na reprodução das gravações no televisão, copiar ficheiros para o computador e partilhar na internet e nas redes sociais.

Há ainda a possibilidade de poder guardá-los em serviços de armazenamento online (cloud), tornando-os acessíveis em diversos equipamentos.

Saiba que um dos modelos da Canon com Wi-Fi indica a presença da ligação com símbolo na zona inferior do aparelho!

Um leque variado de opções fazem as vantagens da ligação Wi-Fi nas câmaras de vídeo. Experimente!

Fonte da imagem

Filed Under: OUTROS Tagged With: câmara, câmaras de vídeo com ligação Wi-Fi, internet, ligações sem fios, redes sociais, telemóveis, televisão, vídeo

Jornalismo e internet: qual o futuro da imprensa nacional?

30 de Dezembro de 2018 by Ana Rita Amante Leal Leave a Comment

internet e jornalismoSe na Internet consegue comunicar com pessoas que se encontram a milhares de quilómetros de distância, encontrar a receita à tanto procurada ou obter um roteiro para a sua viagem, a rede mundial de computadores também permite que tenha acesso aos mais vastos meios de comunicação.

Ler um jornal e saber os últimos acontecimentos nacionais passaram a estar à distância de um clique. O famoso jornal em papel deu lugar a um jornal digital, que permite poupar dinheiro e ter acesso a um vasto leque de informação, sem necessitar de sair do conforto do seu lar.

Falar de jornalismo online implica, obviamente, falar da Internet e das transformações que a sua chegada provocou na imprensa.

Quando Timothy John Berners-Lee criou a Internet não imaginou que esta se tornaria viral e mais viciante do que uma droga. A completar 24 anos de existência, a rede mundial de computadores – o famoso World Wide Web – é utilizado diariamente por mais de dois biliões de cidadãos, em todo o mundo.

O jornal impresso pode ter os dias contados?

Quando o assunto é o fim do jornalismo tal como nós o conhecemos, as opiniões são múltiplas e divergentes. Há quem defenda que os tradicionais jornais em papel devem acabar e dar lugar a um jornalismo totalmente online, que acompanhe a evolução da humanidade. Muitos acreditam que a imprensa no seu suporte tradicional tem os dias contados. O facto é que 61 por cento dos portugueses preferem obter a informação através da Internet.

Na Internet, a informação é instantânea e cada vez mais atualizada. Os leitores dos jornais começaram a migrar para a Internet e muitas empresas de publicidade passaram a fazer a divulgação dos seus produtos através desta rede mundial. Os números não enganam e o jornalismo impresso está mesmo a perder espaço para a Internet.

Jornal impresso versus jornal online

O jornal e a Internet são meios de comunicação que se completam e nunca podem ser concorrentes. Os leitores dispõem de uma boa informação, atualizada constantemente, e devem tirar partido da junção entre o impresso e o online.

Na Internet, o usuário consegue encontrar a informação de que necessita de forma rápida e eficaz. Por sua vez, nos jornais é necessário selecionar a informação, passar as páginas para encontrar aquilo que procura e analisar a informação oferecida.

O jornal impresso é pautado pelos grandes assuntos que estão na ordem do dia. Este necessita ter uma aparência cuidada e uma capa chamativa, pois é a partir da informação contida aqui que optamos por levar o jornal para casa. Mas será que os jornais em papel conseguirão sobreviver a uma era digital?

Mas nem só os jornais aderiram às novas tecnologias

O jornal é, sem dúvida, o meio de comunicação que sofreu mais mudanças com o surgimento da Internet, mas não é o único. Por todo o país, surgiram e multiplicaram-se televisões locais, que emitem exclusivamente online.

Ao contrário do que acontece em Espanha, o Estado português nunca autorizou a existência de televisões locais, que informem os cidadãos dos acontecimentos ocorridos nas suas vilas e cidades. Mas esta proibição chegou ao fim no ano de 2005, quando surgiu a primeira Web TV, que emitia exclusivamente online. A TV NET surgiu nos Açores para informar os açorianos residentes nos quatro cantos do mundo, do que se passa na sua localidade.

Simultaneamente, surgiu no norte do país, a Famalicão TV, que deu origem à atual Fama TV. Durante o ano de 2006 surgiram mais duas dezenas de televisões na rede mundial de computadores.

Ouvir rádio na Internet também se tornou uma prática recorrente, fácil e cem por cento gratuita. Este meio de comunicação continua a ser o menos utilizado pelos cibernautas, que optam por ouvir rádio durante as deslocações diárias no seu veículo.

Com maior ou menor expressão na web, os meios de comunicação estão a sofrer alterações que não agradam a gregos e troianos. Mas estes continuam a cumprir o seu objetivo? Seja um jornal, um canal de televisão ou uma rádio, todos têm uma coisa em comum… informar os consumidores de meios de comunicação. Informar, informar e informar, esta é e sempre será a essência do jornalismo.

Quando este objetivo for esquecido, o jornalismo entrará num processo de morte lenta e silenciosa.

Filed Under: IMPRENSA ESCRITA Tagged With: era digital;, imprensa, informar, internet, meios de comunicação, rádio, rede mundial de computadores, televisão

A todo vapor, o Movimento VAPER – ou como vaporizar não é fumar

20 de Dezembro de 2018 by olinda de freitas Leave a Comment

Fumar nasce com o dia, e o dia com esta novidade.Fumar cigarros dos outros, a vapor, incomoda ningém

O que é, afinal, o VAPER?

Assume-se como o Movimento de informação e de defesa dos direitos dos Vapers – utilizadores de cigarros electrónicos e parte dos seguintes pressupostos:

  • O que mata, não é a nicotina, é o fumo;
  • O vapor de água não prejudica terceiros;
  • O estado não tem de intervir na liberdade individual.

Fumar: nós e os outros

É certo que todos os fumadores sentem um prazer enorme em queimar tabaco, uma espécie de ritual individual, fumar, um hino a esse mistério que é inspirar, deixar de respirar, e, expirando, respirar novamente. Diga lá se não é, bem visto, o respirar a mais básica e inevitável forma de viver? Mas o fumo prejudica os outros – os outros que estão à sua volta e também o ambiente, isso é certo.

Já por isso os fumadores têm a sua liberdade, aquela que abrange a liberdade dos outros, restringida: os fumadores podem fumar na rua, no carro, em casa e em todos os locais onde foram adoptadas medidas de controlo de fumo, uma treta pegada obviamente visto que não existem exaustores com essa perfeição toda – quero dizer que de uma sala a outra de um restaurante em que a limitação da zona de fumadores e não fumadores se faz apenas, e só, pela via mental e do preconceito, só pode haver uma pseudo-perfeição. Como todas, aliás.

E se fumar for, afinal, não fumar?

Até que inventaram o cigarro electrónico, um objecto gelado (haverá quem gosta dos não-afectos até com cigarros), com bateria, e que em vez de fumo expele vapor apesar de conter nicotina.

A quem fará mal este veneno gelado a não ser ao utilizador-consumidor? Será, certamente, uma questão moral que está na base deste conflito, ora veja lá se percebe: você está no tal restaurante, na zona de não fumadores e a mamar de igual forma com o fumo e o cheiro do fumar dos outros que vem pela outra sala clean, e mete um coiso daqueles eléctronicos na boca. Sai vapor.

Na mesa ao lado está um casal com filhos que considera absolutamente repugnante o mau exemplo que está, mesmo ali, a ser dado. Ora fumar cigarros electrónicos não é estar a bem formar os futuros não fumadores (entretanto na viagem de regresso a casa o casal insulta-se e agride-se entre si mas isso não interessa nada porque um dos grandes males do mundo é o conjunto de fumadores – os que expiram fumo e os que expiram vapor); também pode dar-se o caso de o mal entendido passar pela halitose, ou seja, o vapor expirado pelos fumadores sem fumo constituir uma forma desenfreada de as partículas aquosas se misturarem com os germes e internamente haver um processo físico-químico resultante em halitose voadora que se repercute, externamente, em uma quantidade de perdigotos a circularem no ar (que ainda por cima é condicionado e nem oferece riscos para a saúde nem nada).

Esqueci-me, entretanto, de comentar a fotografia ali do canto superior direito: a Dona Amélia e a sua comadre, a Dona Justina, vou chamá-las assim, já passaram há muito dos sessenta e fumam que se fartam. São felizes e saudáveis. Mistério.

Filed Under: OUTROS Tagged With: cigarro, cigarro electrónico, fumar, internet, Liberdade, movimento VAPER, notícias, rádio, televisão, vapor

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